Entrevista com Lua do marketing estratégico do Corinthians e reporter na ESPN
Hoje no bancada em foco é dia de conhecer um pouco a Lua, que atua como Marketing estratégico no Corinthians, além de ser reporte da ESPN, Lua comentou qual é o sentimento de trabalhar com seu time do coração "A sensação de gratidão e orgulho por viver uma realidade que antes parecia tão distante é inexplicável." Lua também sobre resenha que passou cobrindo um jogo "É lindo ver pessoas que você ama fazendo aquilo que elas amam, realizando o sonho delas assim como você está realizando o seu e compartilhar esses momentos. É uma parceria incrível, uma troca de apoio imensa e algo perfeito de viver."
Lua, hoje como é para você trabalhar no seu time do coração?
Lua, hoje como é para você trabalhar no seu time do coração?
- Eu acho que quando idealizamos nossos sonhos, sempre tomamos algo como exemplo. Sempre tem uma inspiração, algo ou alguém que olhamos e pensamos “tomara que um dia eu chegue lá”; e é isso que nos move, é isso nos incentiva a trabalhar cada vez mais em busca do que tanto sonhamos.
O Corinthians sempre fez parte disso, desse cenário de sonhos que muitas vezes pareciam inalcançáveis, mas aconteceram. A sensação de gratidão e orgulho por viver uma realidade que antes parecia tão distante é inexplicável, eu desejo isso pra todos que buscam trilhar por esse caminho, porque é algo mágico!
Conta um pouco de onde tirou esse amor pelo Corinthians?
- Eu nasci e cresci no meio do esporte. Meu pai sempre foi apaixonado por futebol e um Corinthiano fanático, então me deu a liberdade de conhecer esse mundo desde cedo.
- Eu nasci e cresci no meio do esporte. Meu pai sempre foi apaixonado por futebol e um Corinthiano fanático, então me deu a liberdade de conhecer esse mundo desde cedo.
Passei minha infância toda indo a estádios, vendo minha família empolgada com os jogos, e de certa forma isso virou uma paixão que resultou no caminho que eu trilho hoje.
Conta um pouco sobre seu ciclo de amizades que o Corinthians lhe trouxe?
- Acho que isso não é nem apenas sobre o Corinthians, mas o mundo do esporte em si. É uma realidade muito coletiva, muito animada, consequentemente criamos laços que se tornam muito importantes. Vivemos muitos momentos fortes com pessoas que as vezes nem somos próximos, mas que fazem parte daquilo de uma forma tão intensa que de certa forma criamos uma ligação.
- Acho que isso não é nem apenas sobre o Corinthians, mas o mundo do esporte em si. É uma realidade muito coletiva, muito animada, consequentemente criamos laços que se tornam muito importantes. Vivemos muitos momentos fortes com pessoas que as vezes nem somos próximos, mas que fazem parte daquilo de uma forma tão intensa que de certa forma criamos uma ligação.
Essa é uma das partes que eu mais amo, uma troca sincera e que muitas vezes te traz amizades incríveis. 90% do meu ciclo de amigos vem desse mundo, seja atleta, torcedor, colega de trabalho ou qualquer outra coisa, de certa forma nos conhecemos através do esporte e sempre compartilhamos coisas incríveis.
Hoje em dia como é para você ver o time feminino com tanto destaque?
- Ver a modalidade sendo tão reconhecida é um alívio. Digo alívio porque eu me aproximei do futebol feminino em 2019, onde tudo ainda era muito julgado e desestruturado comparado aos dias atuais. As coisas que hoje questionamos como absurdos - e realmente são - antes eram rotina. Ver que esse cenário mudou me enche de alívio!
- Ver a modalidade sendo tão reconhecida é um alívio. Digo alívio porque eu me aproximei do futebol feminino em 2019, onde tudo ainda era muito julgado e desestruturado comparado aos dias atuais. As coisas que hoje questionamos como absurdos - e realmente são - antes eram rotina. Ver que esse cenário mudou me enche de alívio!
Todo esse reconhecimento significa uma realidade melhor, um futuro melhor e mais respeitoso. Ainda existem muitas coisas a melhorar no quesito estrutura, valorização, respeito e todos os pontos que muitas atletas citaram nas últimas semanas, mas atualmente o futebol feminino é algo muito mais humano e respeitoso do que era anos atrás.
Conta um pouco da sua trajetória no União SCCP?
- Das muitas coisas que gosto no meio do futebol feminino, uma delas definitivamente é o apoio da torcida e o esforço das pessoas que se importam com a modalidade. De certa forma, mesmo com toda visibilidade, as notícias sobre futebol feminino ainda são muito escassas, falta muita informação, muita coisa que passa batido, e esses tipos de portais são uma peça chave para melhorar isso.
- Das muitas coisas que gosto no meio do futebol feminino, uma delas definitivamente é o apoio da torcida e o esforço das pessoas que se importam com a modalidade. De certa forma, mesmo com toda visibilidade, as notícias sobre futebol feminino ainda são muito escassas, falta muita informação, muita coisa que passa batido, e esses tipos de portais são uma peça chave para melhorar isso.
Quando entrei no União SCCP, o objetivo era exatamente esse, colaborar para que mais pessoas pudessem ter acesso ao futebol feminino, para que o trabalho de buscar visibilidade fosse feito por mais pessoas. Eu vejo muitas pessoas qualificadas ali dentro, e não digo apenas no quesito formação, mas sim em amor e dedicação.
É uma equipe que busca, se esforça e entrega o melhor possível para o público que busca muito ter onde buscar informações. É necessário!
Sou muito grata por ter feito parte de um pedacinho dessa história e poder ver de perto o significado de “a união faz a força”.
Hoje em dia, quem é você fora da sua vida profissional?
- Eu temo muito falar sobre isso porque muitas vezes negligenciei minha vida pessoal pra poder me sacrificar pelo profissional, essa é a parte que muita gente não mostra. Trabalhar com esporte é lindo, mas requer um preparo mental muito bom. As vezes é pressão gigante e nos sentimos sobrecarregados, responsáveis por tudo o tempo todo; precisamos aprender a hora de respirar e entender que também existe uma vida fora dali.
- Eu temo muito falar sobre isso porque muitas vezes negligenciei minha vida pessoal pra poder me sacrificar pelo profissional, essa é a parte que muita gente não mostra. Trabalhar com esporte é lindo, mas requer um preparo mental muito bom. As vezes é pressão gigante e nos sentimos sobrecarregados, responsáveis por tudo o tempo todo; precisamos aprender a hora de respirar e entender que também existe uma vida fora dali.
Eu levei muito tento para aprender isso, mas hoje em dia creio saber conciliar os dois de uma forma mais saudável, então aproveito a vida.
Sempre fui uma pessoa muito simpática, muito carismática e que tem um entusiamo muito grande por viver. Na minha vida pessoal tento acumular as melhores experiências possíveis, acredito que no fim tudo que nos resta são memórias então me baseio nisso para criar as melhores e mais intensas que puder.
Sobre as torcida organizada, o que tu acha que falta para elas darem mais apoio ao futebol feminino do Corinthians?
- É uma tecla que vimos muitas pessoas baterem nos últimos dias, a importância de uma boa programação por parte das federações.
Não adianta ter uma torcida engajada e colocar um jogo numa quinta-feira, às quatro e quinze da tarde e esperar que alguém vá. Fora dos estádios, a torcida tem uma vida, todos trabalham, alguns tem família ou seja lá qual for o compromisso, todos tem responsabilidades além dos portões da NQA.
As federações responsáveis pela organização dos campeonatos femininos melhoraram muito em comparação aos últimos anos, isso é inquestionável, mas não podemos fechar os olhos para as coisas que ainda precisam melhorar.
Horários humanos tanto pra torcida quanto pras atletas, datas viáveis e valores acessíveis são a base para uma torcida presente e em peso.
Conta uma resenha que você já passou na cobertura de um jogo?
- É difícil escolher só uma, são muitos momentos que a barriga chega a doer de tanto rir. Minha preferida é definitivamente o dia em que um torcedor achou que eu era rival por estar falando de algumas atletas. Era um jogo entre Corinthians e São Paulo e eu tinha amizade com atletas de ambas equipes, durante o jogo estava com algumas colegas que também as conheciam e estávamos comentando sobre os lances com algumas piadas internas entre nós e as jogadoras, até que um torcedor que estava na arquibancada atrás de nós nos questionou achando que estávamos as criticando. Gastamos longos minutos explicando que éramos amigas para ele não voar em cima de nós. No fim ele entendeu, rimos e ainda chamamos elas para autografar a camisa dele KKKKKKKK
- É difícil escolher só uma, são muitos momentos que a barriga chega a doer de tanto rir. Minha preferida é definitivamente o dia em que um torcedor achou que eu era rival por estar falando de algumas atletas. Era um jogo entre Corinthians e São Paulo e eu tinha amizade com atletas de ambas equipes, durante o jogo estava com algumas colegas que também as conheciam e estávamos comentando sobre os lances com algumas piadas internas entre nós e as jogadoras, até que um torcedor que estava na arquibancada atrás de nós nos questionou achando que estávamos as criticando. Gastamos longos minutos explicando que éramos amigas para ele não voar em cima de nós. No fim ele entendeu, rimos e ainda chamamos elas para autografar a camisa dele KKKKKKKK
Qual o sentimento de você está próxima de atletas na cobertura de uma partida?
- Nessa fase atual da minha vida, é algo muito comum por eu viver isso há muito tempo. Convivemos sempre, tenho uma relação pessoal de amizade com muitas delas então estamos acostumadas a estar próximas, mas acho que pra quem está fora seria uma emoção absurda hahahaha.
- Nessa fase atual da minha vida, é algo muito comum por eu viver isso há muito tempo. Convivemos sempre, tenho uma relação pessoal de amizade com muitas delas então estamos acostumadas a estar próximas, mas acho que pra quem está fora seria uma emoção absurda hahahaha.
Hoje o sentimento que se destaca em mim é o orgulho. É lindo ver pessoas que você ama fazendo aquilo que elas amam, realizando o sonho delas assim como você está realizando o seu e compartilhar esses momentos. É uma parceria incrível, uma troca de apoio imensa e algo perfeito de viver.
Hoje em dia, a torcida do Corinthians vem fazendo muito a diferença em apoio as brabas na arena, como você ver isso?
- O Corinthians é uma potência absurda. Não tem como falar de futebol feminino sem falar de Corinthians.
- O Corinthians é uma potência absurda. Não tem como falar de futebol feminino sem falar de Corinthians.
A torcida Corinthiana transforma tudo em algo melhor, não apenas na energia do jogo, mas também na visibilidade geral. Isso é muito benéfico para o todo o futebol feminino, não apenas para o Corinthians. Mais visibilidade significa mais reconhecimento, mais apoio e consequentemente mais estrutura!
É lindo. Simplesmente lindo. Não existem palavras para definir o peso e a importância que cada torcedor.
Conquistar esse espaço e fazer esse espetáculo foi um processo longo, mas que está acontecendo de uma forma brilhante e faz total diferença!
Conta um pouco para gente sobre sua visão que falta ainda no futebol feminino para ele ser mais valorizado no Brasil?
- Os maiores responsáveis por isso são os clubes e as federações.
- Os maiores responsáveis por isso são os clubes e as federações.
A coisa que eu mais vejo são clubes achando que já fazem sua parte por simplesmente ter uma equipe feminina, mas não dão a estrutura necessária para desenvolver um trabalho seguro e de qualidade.
Felizmente boa parte da torcida e do público do futebol compreende a importância da modalidade feminina, obviamente ainda existem preconceitos e situações que não deveriam ocorrer, mas num geral a aceitação da torcida vem evoluindo. Com isso, quem deve fazer sua parte e desempenhar um papel melhor são os responsáveis por tais entidades.
Investimentos maiores, reconhecimento nas categorias de base, valorização das atletas, estruturas de qualidade e um milhão de outras coisas que não de responsabilidade única de clubes e federações. É a chave para um cenário melhor.
O que é ser uma criadora de conteúdo? Qual o sentimento de ver as nossas compartilha do seus conteúdos ?
- Meu foco nesse quesito sempre foi reconhecer o trabalho de quem está por trás do futebol, de quem ajuda a fazer a acontecer, seja comissão, staff, jornalista e todos os profissionais que se dedicam a isso.
Acho muito importante mostrar esse lado do mundo do esporte, o lado dentro e fora das quatro linhas. O futebol só é como é hoje devido o resultado de um trabalho árduo e que envolve muitas pessoas, a visibilidade e a fama do esporte são consequências de uma mídia em peso que construiu seu espaço com o passar dos anos.
A união do futebol feminino é espetacular, apesar de muitos problemas, é algo indescritível. O sentimento é de orgulho de todo o esforço que é feito em coletividade, pois a cada dia que passa vemos mais resultados.
Como é trabalhar na ESPN?
- Conquistar esse espaço foi o maior passo na minha carreira, isso me abriu todas as portas que tenho hoje.
- Conquistar esse espaço foi o maior passo na minha carreira, isso me abriu todas as portas que tenho hoje.
A maioria dos jornalistas esportivos tem o sonho de fazer parte de algo tão reconhecido, eu também tinha, e chegar até aqui me fez acreditar que somos capazes de realizar nossos sonhos através do esforço.
A correria é uma loucura, ja cheguei a cobrir dois jogos no mesmo dia - um longe do outro. Mas te faz viver muitas coisas, conhecer muitos lugares e te agrega muito como profissional.
Trabalhar na ESPN é viver um aprendizado eterno, porque dividimos o dia com pessoa que trabalham como todo o tipo de esporte, não apenas com futebol, então acabamos aprendendo muito sobre várias coisas que nos tornam profissionais mais qualificados, mais informados e pessoas melhores.
Um assunto chatão que não deveria nem entrar em pauta, porém temos que falar até mesmo para motivar pessoas a fazer algo que mude, já passou por alguma situação relacionada a assédio ou algo assim do tipo? Que você possa compartilhar, e como foi a questão psicológica para mudar a situação?
- Infelizmente sim, e não conheço nenhuma mulher que trabalhe nesse meio e não tenha passado por algum tipo de descriminação, seja um assédio ou até mesmo preconceito por ser uma mulher no mundo do esporte.
- Infelizmente sim, e não conheço nenhuma mulher que trabalhe nesse meio e não tenha passado por algum tipo de descriminação, seja um assédio ou até mesmo preconceito por ser uma mulher no mundo do esporte.
Passaram muitos anos tentando nos fazer acreditar que isso era normal, que a sociedade era assim, mas não é! Não devemos normalizar algo que deve ter punido.
Meu preparo psicológico para isso foi árduo e demorado, eu sofri muito até parar de me calar, perdi muitas oportunidades importantes por medo, até o momento em que percebi que estava me prejudicando calada.
Um conselho que eu sempre dou é: falem! Compartilhem! Contem!
Muitas vezes não temos coragem de falar sobre o ocorrido, já vi casos de assédios vindo de pessoas considerados líderes, e isso calava às vítimas por medo do que aconteceria se contarem; mas nós nunca estamos sozinhas. Onde uma sofreu, alguma outra também deve ter sofrido, e é necessário expor, é necessário se unir e exigir as providências necessárias para que isso não se repita.
E para a gente finalizar qual é o sentimento de ser ser Corinthiana?
- Não existe uma palavra que descreva esse sentimento, é uma mistura de amor, emoção e fidelidade.
- Não existe uma palavra que descreva esse sentimento, é uma mistura de amor, emoção e fidelidade.
Independente de estar na melhor ou na pior fase, a sensação é a mesma. Fiel é fiel. Corinthians é Corinthians.
É um prazer fazer parte desse clube em todos os cantos, seja na torcida ou nos bastidores.
Vai Corinthians!
Como é ver as mulheres cada vez mais ganhando seu espaço no meio de um esporte que por anos foi predoniminante pelo o genero masculino?
- É muito gratificante ver o quanto o cenário feminino vem conquistando seu lugar cada vez mais, porque todo esse processo foi muito lento, foram muitas pessoas lutando por anos e sendo tremendamente injustiçadas para que pudéssemos ser esse espaço hoje. Ver essa realidade nos faz perceber que toda luta valeu a pena, que nosso passado foi difícil mas podemos tornar o esporte um lugar melhor para as próximas que virão.
O futebol feminino, a imprensa feminina, atletas e profissionais mulheres sempre existiram, até quando não havia um pingo de visibilidade, quando tudo que havia era preconceito - tão enraizado ao ponto de ser crime por alguns anos. Essa conquista é em nome delas, em nosso nome, é por todas que se esforçaram por um cenário melhor e mais respeitoso, por todas que enfrentaram um passado/presente caótico pensando num futuro bom.
É uma honra viver isso. É uma honra poder honrar as que vieram antes, as que estão aqui agora e as que ainda irão surgir.
E se você pudesse ter um tempo com a Luana de 10 anos atrás, o que ela falaria para aquela Luana?
- Sinceramente? Eu nem saberia o que dizer.
Eu jamais saberia me expressar ou dar algum “spoiler” do futuro, devido a tantas coisas que aconteceram.
Por muitas vezes a vida me surpreendeu, me colocou em caminho que eu jamais imaginava seguir mas tudo acabou me trazendo aonde estou hoje.
Eu apenas a desejaria força e coragem para enfrentar tudo que viria pela frente e lhe lembraria a todo segundo que: “Só vive o propósito quem suporta o processo”
E lua, qual conselho para aquela mina que ta começando agora, o que tu falaria para ela?
- Sempre se lembrem do por que vocês começaram.
Conquistar um espaço nesse meio ainda é algo muito difícil, por muitas vezes parece impossível.
As vezes irá faltar oportunidade, estrutura, irá faltar o básico de valorização do seu trabalho por simplesmente ser uma mulher. Quando esses momentos chegarem, se lembrem do por que começaram. Lembrem da sensação indestrutível, do orgulho de si mesma a cada mínimo passinho e idealizem um futuro onde suas conquistas chegaram.
É uma profissão linda, mas nem sempre é fácil. Foquem em seus objetivos, jamais esqueçam sua força e o que trouxe vocês até aqui.
Existe um futuro lindo do outro lado de qualquer dificuldade, e quando seus sonhos finalmente se realizarem tudo passa a fazer sentido.
Luana, também deixou uma nota de agradecimentoa pessoas que estão e apoiaram em todo esse processo. Confira abaixo:
"De todas as sortes que eu poderia ter, a maior delas definitivamente é compartilhar a vida com pessoas que me apoiam tanto.
Luana, também deixou uma nota de agradecimentoa pessoas que estão e apoiaram em todo esse processo. Confira abaixo:
"De todas as sortes que eu poderia ter, a maior delas definitivamente é compartilhar a vida com pessoas que me apoiam tanto.
Por muitas vezes não me reconheci no meu próprio trabalho, questionei se isso realmente valia o esforço, e sempre tinha alguém ali para ser meu alicerce e me lembrar que um dia ruim não define uma vida inteira.
Minha família, meus amigos e todos que de maneira direta ou indireta colaboram com isso, saibam que vocês fazem uma diferença tremenda e que cada conquista tem parte de vocês."

Legal pra caramba... Se não fosse mentira!
ResponderExcluir"Prenda-me se for capaz" versão do esporte.
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