Entrevista com Rivitti da Pavilhão 9
Dando continuidade a nossa série “minas da Arquibancadas”, hoje iremos conhecer ketllyn mais conhecida como Rivitti, hoje ela pertence a Pavilhão 9, organizada do Corinthians que está presente em todos os jogos do Coringão apoiando os 90 min, e com ela não é diferente uma menina sonhadora que nos auges do seus 20 anos, sonha em conhecer diversos estádios no Brasil a fora, além disso ela tem como sua maior inspiração seu pai, que sempre esteve presente em jogos do Corinthians, Rivitti começou a ir nos estádio em meados de 2012, e em 2021 se credencia a P9, e sem mais hoje iremos conhecer um pouco mais dela que particularmente vocês iram amar conhecer essa mulher um grande exemplo de pessoa.
O que te fez chamar atenção e entrar em uma organizada?
- Na verdade eu entrei pra organizada por conta do meu pai, ele é do Pavilhão desde muito jovem e eu vi o amor dele pela torcida e quis fazer parte também.
Já passou algum perrengue na organizada?
- Inúmeras vezes, mas a gente sempre dá aquele “jeitinho corinthiano”.
Como você se organiza para estar em caravanas, em jogos?
- Normalmente vou sempre em meus dias de folga,assim eu fico mais sossegada.
O por que o Pavilhão 9?
- Meu pai foi do Pavilhão desde muito novo, ele me contava histórias de quando ele ia pro estádio e das caravanas que ele participava com o 9, isso me incentivou muito na hora de escolher.
Como você diferencia a sua vida pessoal, com sua vida na torcida?
- Eu diferencio apenas do trabalho, ali é uma obrigação diferenciar porque tenho que ser profissional.
Tem algum objetivo dentro da organizada?
- Ainda quero fazer parte da bateria.
Tem algum sonho a ser realizado?
- Acompanhar o Corinthians e
minha torcida aonde eles forem independente do lugar!
Já se envolveu em alguma briga?
- Nunca, estou totalmente tranquila.
E sua família, o que acha de suas Idas a jogos fora do estado?
- São super tranquilos, de vez em quando eles me acompanham também e se eu não vou é até esquisito.
Se for pra fora do Estado eles ficam preocupados mas é muito bom..
Já sofreu algum tipo de assédio dentro da torcida?
- Nunca, o pessoal é totalmente respeitoso comigo e acredito que qualquer outra mina.
Já imaginou um bonde só de mina ?
- Sim e seria muito foda.
E as ideologias da organizadas acham que já tem que atualizar para nossa realidade?
- Com certeza, o que mais vejo e ouço falar é que torcidas organizadas são criminosas e que pessoas que fazem parte são “bandidos”, e todo mundo que vive o barato sabe que não é assim que funciona!
E qual foi sua reação sabendo da história do Corinthians e vendo o anúncio do Cuca.
- Sabendo da história do clube quando soube eu fui totalmente contra e não gostei nada da contração.
Fala um pouco sobre suas amizades da bancada alvinegra?
- Tenho vários amigos de bancada mas quatro com exceção não são amigos, são irmãos de arquibancada que vou levar pra minha vida, são pessoas que o Corinthians me presenteou e eu sou extremamente grata! Marcella (camisa12), Leticia (pavilhão 9), Maike (pavilhão 9) e Karina (Gdf).
E sobre a atual fase do Corinthians, qual sentimento que tens?
- Tristeza, apenas tristeza. Pelo elenco e principalmente pela diretoria atual.
Sobre muitas coisas se atualizando, o que achou dessa nova lei que responsabiliza a torcida caso algum membro esteja fardado e envolvido em uma briga?
- Gostei muito! Porque isso pode prejudicar a entidade e evitar brigas!
E hoje qual conselho tu daria para as mina que querem entrar em uma organizada e tem medo ou até mesmo não tem incentivo?
- Só vai! Entrar em uma torcida é a melhor coisa que você vai fazer na sua vida, não só por ter oportunidade de acompanhar seu time do coração por onde ele for, mas também você cria vínculos com pessoas que você nunca imaginaria criar!
E sobre essa nova geração, basicamente com ideias diferentes da velha guarda, acha que dá para somar, as duas gerações?
- Claro que dá!
Qual é seu maior incentivador?
- Sem dúvidas nenhuma, meu pai!
Ele é e continua sendo meu maior incentivador , ele que me apoiou a entrar no Pavilhão e ir para jogos, mesmo que visto por muito isso não é “coisa de mulher”.
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